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Conheça quais são as perspectivas para a aviação no Brasil e como o mercado da aviação executiva deve se comportar no próximo ano. O mercado da aviação no Brasil mostra sinais de recuperação. Desde a crise de 2015, diversas empresas vinham sofrendo com a queda nas vendas de aeronaves e fretamentos. Graças ao crescimento do agronegócio e ao uso do transporte aéreo como forma de locomoção nos grandes centros, esse cenário está mudando. O Brasil é hoje o segundo país com o maior número de aeronaves, segundo a Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag). Embora fatores econômicos impactem o setor, a tendência é que mais e mais pessoas e empresas optem por aeronaves, seja pela eficiência, seja pelo conforto. Para saber quais são as perspectivas para a aviação executiva em 2020, não deixe de conferir! Panorama da aviação executiva Atualmente a aviação executiva conecta cerca de 1225 municípios, enquanto a aviação privada atende somente 105 aeroportos em todo país. Na prática isso significa que a aviação executiva no Brasil tem um enorme potencial a ser explorado, além de uma demanda que só cresce. Por se tratar de um país de proporções continentais onde a malha de aeroportos ainda é pequena, a aviação executiva tem espaço para crescer e prosperar. Hoje, São Paulo já é uma das cidades com a maior frota de helicópteros do mundo, com mais de 40 helipontos somente na área metropolitana. Além disso, o país conta com uma das maiores frotas de turbo hélices do mundo. Esse tipo de avião representa 61% da frota dos aviões executivos do país e se tornou a alternativa perfeita para quem busca um excelente custo-benefício em termos de aeronave. Ideal para pouso em pistas curtas, esse tipo de aeronave se transformou em uma ótima opção devido a estrutura dos aeroportos e aeródromos presentes no país. Sinais de aquecimento...

Soltar balões e apontar aeronaves com canetas laser pode colocar em risco a segurança de voos. Saiba mais como essas brincadeiras podem gerar acidentes. Muita gente não sabe, mas brincadeiras que parecem inofensivas podem colocar em risco a segurança de voos. É o caso de soltar balões e apontar canetas laser contra aeronaves. Além de perigosas, essas brincadeiras são criminosas e podem trazer consequências graves para quem as realiza. Saiba mais! Balões não tripulados Balões não tripulados, popularmente conhecidos como balões de São João, também representam riscos para a segurança de voos. Eles podem afetar a trajetória da aeronave e exigem que o piloto realize uma manobra evasiva, evitando assim a colisão. Nos casos mais graves, isto é, quando o balão colide com a aeronave, pode ocorrer o entupimento do sistema de navegação. Em situações como estas existe até o risco de queda. Nas festas de São João e nas comemorações de final de ano é muito comum soltar balões transportando fogos de artifício. Porém, esse tipo de prática pode colocar em risco a segurança de voos e causar acidentes graves. Canetas laser e segurança de voos [caption id="attachment_797" align="aligncenter" width="750"] Caneta laser pode ofuscar a visão de pilotos e co-pilotos de aeronaves - colocando a vida de muitas pessoas em risco.[/caption] Brincar de apontar uma aeronave com uma caneta laser pode parecer algo inofensivo. No entanto, esse pequeno objeto representa riscos sérios para a segurança de voos. O raio laser emitido pode gerar a distração do piloto, além de causar o ofuscamento ou até a perda da visão temporariamente. Isso, naturalmente, coloca a segurança de toda a tripulação em perigo, sem mencionar o risco de queda. Para quem está no chão, a brincadeira pode parecer divertida. Porém, para quem está em uma aeronave, a ação do laser é extremamente perigosa. Brincadeira ou crime? Soltar balões ou mesmo utilizar canetas...

Ter um helicóptero, ou mesmo usar um aplicativo para chamar um, já é uma realidade para quem quer escapar do trânsito. Porém, a questão do pouso pode se transformar em um problema. Não é à toa que a procura por um heliponto particular vem aumentando. Construir um heliponto particular, no entanto, não se inicia com uma simples obra. É preciso planejamento, elaboração de um projeto, apresentação de documentos, conhecimento da legislação e diretrizes da ANAC, e mais. Para quem tem o sonho de ter um heliponto particular, vale a pena conferir! 1.      Definir o tipo de helicóptero Muita gente não sabe, porém ter um heliponto particular não significa acesso livre para qualquer helicóptero. Toda a construção e a estrutura do heliponto dependem do tipo de aeronave que irá pousar no local e devem atender as diretrizes da ANAC. O tamanho e o peso, naturalmente, influenciam em todo o projeto do heliponto. Até dimensões da área de pouso e decolagem podem mudar de acordo com o helicóptero que irá operar no local! 2.      Contratar uma empresa especializada Depois de definir a aeronave, o segundo passo é buscar uma consultoria especializada. Contratar uma empresa de consultoria aeronáutica não é um mero detalhe, quando se fala em construir um heliponto particular. Isso porque toda a implementação de um heliponto particular depende de um projeto homologado junto à ANAC e aos órgãos regionais do DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). Trata-se de um processo detalhado, onde são necessários a apresentação de documentos do responsável, além de claro, um projeto assinado por um engenheiro capacitado acompanhado da respectiva ART.                     A construção de um heliponto deve obedecer uma série de diretrizes da ANAC. Por isso, é essencial que engenheiros, arquitetos e profissionais contratados para executar a obra conheçam as regras da Agência Nacional da Aviação Civil e...

O Plano Básico da Zona de Proteção de Helipontos garante mais segurança na operação desses empreendimentos. Saiba como realizar o PBZPH. se trata da operação de helipontos. Como muitos estão localizados em áreas de grande adensamento populacional e alto interesse imobiliário, é preciso adotar algumas medidas com o objetivo de evitar acidentes. Uma dessas medidas é a realização de um Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos (PBZPH). O Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos, de forma simplificada, é uma avaliação do entorno. Trata-se de um estudo que aponta fatores capazes de tornar a operação do heliponto mais arriscada. Para que o heliponto opere com segurança é essencial que as superfícies de saída, na decolagem ou aproximação do pouso, não contem com interferências. No post de hoje, esclarecemos mais sobre o Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos (PBZPH) e  o conceito de Zona de Proteção de Heliponto. O que é uma Zona de Proteção de Heliponto? Assim como qualquer aeródromo, os helipontos também contam com uma área de entorno sujeita à determinadas restrições. Seja para aterrissar, seja para pousar, o piloto deve realizar uma série de manobras mesmo há quilômetros do heliponto. Justamente por isso, é preciso ter uma área de entorno livre de determinados tipos de edificações ou intervenções. Esse tipo de medida de segurança, permite que as manobras de navegação que são realizadas tanto no solo quanto no espaço aéreo sejam mais seguras. [caption id="attachment_832" align="aligncenter" width="750"] Todo heliponto devem possuir um PBZPH.[/caption] O Plano Básico de Zona de Proteção de Heliponto (PBZPH) A instalação de todo heliponto deve contar com um Plano Básico de Zona de Proteção de Heliponto (PBZPH). Esse estudo é uma exigência da legislação e nada mais é do que um mapeamento da área de entorno do heliponto, que aponta uma série de restrições para as edificações...

Entenda como funciona a análise de OPEA e quais são os critérios para  obtenção da autorização do DECEA para a regularização de aeródromos e helipontos. A análise de OPEA é um dos aspectos determinantes para a obtenção da autorização do DECEA e, portanto, é uma etapa essencial na regularização de aeródromos, helipontos e outras edificações. Objetos Projetados no Espaço Aéreo (OPEA) podem ser edificações comerciais, residenciais, mastros, galpões, linhas de transmissão de energia, parques eólicos, dentre outros objetos que podem interferir tanto na operação quanto na segurança de aeródromos e helipontos. Para saber como funciona a análise de OPEA, o que é avaliado pelos órgãos competentes e como funciona a obtenção da autorização do DECEA para regularização de aeródromos e helipontos, vale a pena conferir! Análise de OPEA e restrições A existência de objetos projetados no espaço aéreo, próximos aos aeródromos e helipontos, torna necessária uma Análise de OPEA pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).  Esse órgão é responsável por avaliar se o objeto pode causar qualquer interferência, ou mesmo risco nas operações do empreendimento. Dentro do processo de regularização de helipontos e aeródromos, a análise de OPEA é a etapa que antecede o processo de aprovação do projeto do aeródromo ou heliponto junto à Prefeitura do Município. Não são todos os OPEAs, contudo, que determinam esse tipo de análise. Na Portaria 957/GC3 do Comando da Aeronáutica  (Capítulo VII) ficam estabelecidos todos os critérios para a solicitação de análise de OPEA. Para fazer o requerimento de análise de OPEA pelo DECEA, qualquer pessoa física ou jurídica pode dar entrada no processo, porém é preciso que haja também a apresentação dos documentos previstos ANEXO C1, da ICA 11-3. Escopo da análise de OPEA A análise de OPEA considera alguns critérios relevantes, como as alturas máximas previstas, por exemplo. Nesse sentido, a avalição pressupõe também a análise dos Planos de...

Aparecida de Goiânia será sede do 1º workshop aeronáutico do centro-oeste. O evento promete exposição de aeronaves e discussões sobre o setor. O 1º workshop aeronáutico do Centro-Oeste acontece em novembro. Nos dias 26 e 27 a cidade de Aparecida de Goiânia vai sediar o evento que pretende reunir não apenas profissionais da aviação, como também empresários, investidores, companhias aéreas, fornecedores e estudantes de Ciências aeronáuticas. Além de apresentar soluções e inovações do setor, o 1º Workshop Aeronáutico do Centro-Oeste vai contar com uma exposição de aviões leves, drones e até aeromodelismo. As soluções aeronáuticas para o agronegócio e logística terão destaque. Para quem quer ficar por dentro dos desafios do setor aeronáutico, bem como, saber mais sobre transporte aéreo, manutenção de aeronaves, infraestrutura aeroportuária, o evento deve fazer parte da agenda. Isso sem falar que o 1º Workshop Aeronáutico do Centro-Oeste pode ser uma excelente oportunidade para quem quer realizar negócios e ampliar o network. Local do 1º workshop aeronáutico Aparecida de Goiânia foi escolhida para sediar o evento em razão da sua popularidade no segmento de logística. Nos últimos anos, o município vem investindo recursos para proporcionar o desenvolvimento de polos industriais e empresariais com foco em logística.   Outro fator que tornou a localidade interessante é a construção de um aeroporto executivo que irá oferecer futuramente toda a infraestrutura para quem possui aeronaves particulares. A presença de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e de diversas companhias aéreas já foi confirmada. Para quem pretende participar do evento, conhecer os principais desafios do setor e trocar experiências terá um grande valor. As palestras programadas envolvem temas relacionados à logística, automação, transporte e manutenção de aeronaves, novas tecnologias do setor aeronáutico, entre outras.   Informações práticas sobre o evento Evento: 1º Workshop Aeronáutico do Centro Oeste Quando: 26 e 27 de novembro de...

Conhecido como “pai da aviação”, Alberto Santos Dumont na verdade foi apenas mais um dos que se apaixonaram pela ideia de voar ao longo da história. No entanto, suas invenções deixaram um legado importantíssimo, não só para a aviação, como também para a indústria automotiva e agrícola. Saiba mais sobre a fascinante trajetória desse brasileiro que inventou o 14 Bis! Dumont ficou famoso por suas contribuições para a aviação. Desde pequeno, o mineiro tinha um interesse especial pela mecânica. Nascido em 20.07.1873, ele começou cedo a pilotar o trem da fazenda do seu pai e não demorou muito para que passasse a se dedicar à questão que mais lhe intrigou durante toda a vida: como funciona o mecanismo por trás do voar?   Aos 18 anos, Dumont foi estudar em Paris, onde criou interesse pelos voos de balão. E foi através dele, que Santos Dumont desenvolveu diversos protótipos até chegar aos primeiros aviões. Um balão e um motor Foi em Paris que Dumont realizou seus primeiros experimentos com balões. Seu primeiro voo livre foi realizado em 1898 e logo depois disso ele já adquiriu um pequeno balão de 113 m³. Esse primeiro balão, chamado de Brasil, foi o experimento pioneiro de Dumont. Mas, embora ele chegasse a voar, não havia nenhum sistema que garantisse a trajetória ou o seu pouso.   A ambição de Santos Dumont não era apenas chegar até o céu. O inquieto cientista queria voar como um pássaro, tendo controle total do caminho! E foi com essa ideia, que Dumont projetou o Dirigível n.º 1, o primeiro balão de hidrogênio acoplado à um motor à explosão, algo impensável na época. Porém, ainda que mais potente, o balão continuava sem ser controlado.   A história de Santos Dumont não é apenas cheia de invenções, como também de acidentes. Documentos contam que o inventor teve muita sorte e...

Cada aeródromo possui características próprias. Dependendo da região da instalação é preciso adotar medidas específicas de segurança, afastando o risco das operações. Fatores como relevo, altitude, adensamento populacional e até interesse imobiliário devem ser avaliados, antes mesmo do aeródromo começar a operar. E, justamente por isso, entender o que é e para que se aplica a Zona de Proteção de Aeródromo é essencial. Para saber mais sobre essa área, como funciona a regulamentação e como adequar um aeródromo para que sua operação seja regular e segura, não deixe de conferir! O que é uma Zona de Proteção de Aeródromo? A Zona de Proteção de Aeródromo nada mais é do que a área de entorno sujeita à determinadas restrições para que o aeródromo possa operar com segurança. Tanto para aterrissar quanto para decolar, o piloto deve realizar uma série de manobras de navegação, mesmo há quilômetros do aeródromo. Por isso, é preciso ter uma área de entorno que seja livre de determinados tipos de edificações ou intervenções. Isso permite que qualquer manobra de navegação, realizada em solo ou no espaço aéreo, seja segura tanto para piloto e passageiros, quanto para pessoas e todo o ambiente que circunda a área do aeródromo. Como se implanta a Zona de Proteção de Aeródromo A legislação brasileira prevê que a instalação de todo aeródromo deve contar com a apresentação de um Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA). O PBZPA nada mais é do que um estudo da área de entorno, que estabelece uma série de restrições para as edificações que ocupam ou podem ocupar o entorno do aeródromo. Essa área é delimitada através de superfícies imaginárias que são traçadas em um mapa tridimensional, para que tanto as distâncias quanto as alturas dos objetos do entorno tenham limitações precisas.   Vale destacar que boa parte dos aeródromos hoje no Brasil...

“O que você quer ser quando crescer?”. É muito comum fazer essa pergunta para os pequenos e receber como resposta “piloto de avião”. A aviação gera fascínio não apenas nos adultos. Muitas vezes, essa paixão pelas asas e pelo voar começa desde a infância. E, para incentivar que a paixão passe de pai para filho, a Força Aérea Brasileira (FAB) criou a Turma do Fabinho, um projeto que visa despertar e incentivar a aviação para crianças através de quadrinhos, jogos e vídeos. Para saber mais sobre esse projeto, não deixe de conferir! Aviação para crianças e a Turma do Fabinho A Turma do Fabinho é um projeto desenvolvido pela FAB desde 2010. A ideia era apresentar a aviação para crianças de uma forma encantada e divertida, com um conteúdo e uma linguagem própria para os pequenos. Todo o projeto foi criado pelo Setor de Publicidade e Propaganda da Força Aérea, uma das seções do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER), em Brasília.   Inúmeros profissionais trabalharam na ideia e no desenvolvimento do projeto. Porém, o traço de todos os personagens ficou por conta do Sargento Jobson Augusto que é desenhista. A ideia é que os personagens representassem também os profissionais da FAB, além de claro, a diversidade. A Turma do Fabinho é formada por um aviador, um infante, um engenheiro e um astronauta. O Vô Alberto, em referência à Alberto Santos Dumont, também faz parte das aventuras. Os personagens são curiosos e com características bem próprias e encantam não só crianças, como também adultos. Dos gibis aos desenhos animados Inicialmente, a Turma do Fabinho foi criada para as histórias em quadrinhos. Porém, com o avanço da tecnologia e o desenvolvimento dos canais de comunicação, hoje a Turma já conta suas histórias em desenhos animados e até áudio books.   Desde 2018, a Turma do Fabinho conta com...

A segurança é um aspecto que sempre merece atenção, seja na elaboração do projeto, seja na operação do heliponto. E, para garantir que a segurança seja efetiva, nada melhor do que contar com bons equipamentos. Segundo as normas que regulamentam a implementação de helipontos, diversos equipamentos são obrigatórios. Mas, você sabe por quê? No post de hoje explicamos a função de cada um dos equipamentos e como avaliar a aquisição de cada item. Para saber mais, não deixe de conferir! Iluminação para Heliponto As luzes indicadoras são obrigatórias para todo heliponto. Sua principal função é auxiliar o pouso em situações de baixa visibilidade, como em caso de chuva ou neblina. A iluminação também serve para viabilizar o pouso noturno.   Mais do que balizar o pouso, as luzes indicadoras também auxiliam no trânsito de passageiros e pessoas que atuam na operação do heliponto. Além de luzes localizadas na pista de pouso, todo heliponto deve contar com um farol rotativo. Essa luz de alta intensidade serve para operações noturnas, funcionando como um identificador e marcador da localização. O farol emite uma sinalização em 360° com flashes de luz branca e verde. Ele deve ser instalado na maior torre do heliponto, seja ela a torre de controle ou outra torre especial feita apenas para acoplar esse tipo de iluminação.   A ANAC, através da Portaria Nº 957/GC3, de 9 de julho de 2015, regulamenta quais são os tipos de luzes que devem ser utilizadas nos helipontos, bem como, suas cores. A iluminação do heliponto faz parte de um sistema de sinalização que proporciona segurança às operações.   [Confira também as regras da ANAC para o balizamento luminoso para helipontos]   Para que um projeto de heliponto seja aprovado, é necessário indicar o local de instalação da iluminação, considerando as normas técnicas. Por isso, antes mesmo de comprar as luzes indicadoras, certifique-se de que...