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A importância do balizamento luminoso na pista da sua fazenda No agronegócio, o tempo é um recurso valioso. Contar com uma infraestrutura aeronáutica adequada pode trazer mais flexibilidade para os deslocamentos e facilitar a rotina de quem utiliza aeronaves na propriedade. Nesse contexto, o balizamento luminoso é um recurso importante para a orientação dos pilotos e para a realização de operações aéreas em condições de baixa luminosidade, desde que os requisitos operacionais e regulatórios sejam atendidos. Mas quais são os benefícios desse sistema e por que considerar sua instalação na pista da sua fazenda? O que é o balizamento luminoso? O balizamento luminoso é um sistema de luzes instalado para auxiliar na identificação dos limites e na orientação visual de uma pista de pouso e decolagem. Sua configuração deve ser adequada às características da pista e às necessidades da operação, considerando os requisitos técnicos e regulatórios aplicáveis. Mais do que iluminar a área, o sistema faz parte da infraestrutura que contribui para a orientação dos pilotos durante as operações aéreas. Quais são os benefícios do balizamento luminoso? 1. Mais orientação para os pilotos A identificação visual dos limites da pista é importante durante as operações de pouso e decolagem. O balizamento auxilia os pilotos nessa orientação, contribuindo para a segurança operacional e para a proteção de todos a bordo. 2. Possibilidade de operações noturnas Uma pista equipada adequadamente pode estar preparada para operações em horários de pouca ou nenhuma luz natural. Isso amplia as possibilidades de utilização da infraestrutura, desde que a pista, os equipamentos, os procedimentos e as condições operacionais atendam às exigências aplicáveis. 3. Mais flexibilidade para a rotina da fazenda No agronegócio, os deslocamentos aéreos podem fazer parte da rotina de gestores, proprietários e equipes. Contar com uma pista preparada para diferentes condições de luminosidade oferece mais flexibilidade no planejamento das operações, respeitando sempre as condições de segurança. O que considerar ao instalar o...

A Flight é apoiadora do Aviation Summit Fortaleza, que acontece no dia 17 de novembro, reunindo líderes e profissionais do mercado para discutir tendências, desafios e oportunidades que estão moldando o futuro da aviação geral. O evento será um espaço para conexão e troca de experiências entre profissionais e empresas do setor. Para a Flight, apoiar iniciativas como essa faz parte do compromisso de contribuir para o desenvolvimento da aviação e ampliar as conexões com o mercado em diferentes regiões do Brasil. Durante o evento, a Flight estará representada pelos diretores Diego Almeida e Mauricio Barros, que participarão desse momento de encontro com profissionais e empresas do setor. Visitas técnicas  e Workshops OPEA A passagem da equipe por Fortaleza também será uma oportunidade para estar mais próxima de empresas e empreendimentos da região. Durante esse período, a Flight estará disponível para visitas técnicas a helipontos e aeródromos, além da realização de Workshops OPEA. Os workshops são uma oportunidade para empresas e profissionais entenderem melhor os processos relacionados aos Objetos Projetados no Espaço Aéreo, suas etapas e os cuidados necessários para o desenvolvimento de projetos que dependem de aprovação junto aos órgãos responsáveis. Se sua empresa está em Fortaleza ou na região e quer conversar sobre OPEA, helipontos, aeródromos ou outros projetos relacionados à infraestrutura aeronáutica, entre em contato com a equipe da Flight para agendar uma conversa. WhatsApp: 11 3392-4308Email: comercial@flightconsultoria.com.br Nos vemos em Fortaleza!...

As mudanças nas regras relacionadas ao Campo de Marte estão trazendo novos desafios para projetos e construções em São Paulo e na região metropolitana. O tema foi destaque em uma reportagem da Folha de S.Paulo, que contou com a participação de Diego Almeida, Diretor Operacional da Flight Consultoria e Engenharia Aeronáutica. Na entrevista, Diego comentou os impactos das novas exigências para empreendimentos localizados no entorno do aeroporto e explicou como as restrições podem influenciar a aprovação de novos projetos. Entre os principais desafios estão as áreas localizadas nos raios de 3,5 e 4,7 quilômetros do Campo de Marte, onde as limitações de altura são mais rigorosas. Nesses casos, a aprovação de novos projetos pode depender das características específicas do terreno e da relação da futura construção com edificações já existentes. Segundo Diego, A Flight têm conseguido viabilizar diversos projetos quando o terreno permite projeção por “sombra” de um prédio existente. Outro ponto destacado na entrevista é a necessidade de processos cada vez mais completos para análise pelo DECEA. “A resposta do DECEA cada vez mais tem sido pedir o processo completo”, relatou Diego à Folha de S.Paulo. Leia a entrevista na íntegra  O que muda para novos projetos? Na região mais restritiva, denominada Superfície Horizontal Interna, novas construções localizadas a até 3,5 quilômetros do aeroporto precisam de aprovação quando ultrapassam a altitude de 767,49 metros. Isso representa pouco mais de 40 metros acima da altitude do Campo de Marte. Na prática, as novas regras reforçam a importância de avaliar as restrições aeronáuticas desde as primeiras etapas de um projeto. A análise prévia das características do terreno, das edificações existentes e das superfícies de proteção pode ser determinante para entender a viabilidade de uma construção. A Flight acompanha as mudanças de perto Com atuação em processos relacionados à infraestrutura e à regulamentação aeronáutica, a Flight acompanha as mudanças e seus impactos...

Homologação de aeródromos é apenas uma etapa burocrática ou também um fator essencial para a segurança das operações?

Essa é uma das questões que estarão em pauta na live da Flight Consultoria e Engenharia Aeronáutica durante as lives Pré Congresso AvAg.

A seguir, uma versão estruturada em formato de release para blog, com linguagem mais institucional e estratégica: Flight lança novo modelo de relatório OPEA e amplia eficiência das análises aeronáuticas A Flight acaba de apresentar ao mercado um novo modelo de relatório OPEA, desenvolvido para transformar a experiência de análise aeronáutica por meio de mais clareza, agilidade e inteligência operacional. A novidade representa um avanço importante nos processos da empresa, unindo tecnologia e expertise técnica para tornar a leitura e interpretação das análises mais simples, intuitivas e eficientes para os clientes. O novo formato foi criado com foco na experiência do usuário, trazendo uma interface mais organizada e objetiva, que facilita a visualização das informações essenciais sem comprometer a profundidade técnica exigida pelo setor aeronáutico. Além da evolução visual e estrutural, o projeto também otimiza o trabalho interno dos analistas. Com o apoio da tecnologia, o sistema desenvolvido pela Flight acelera a busca e organização de informações, reduzindo etapas operacionais e proporcionando mais agilidade na elaboração dos relatórios. A iniciativa reforça o compromisso da Flight com inovação, precisão técnica e melhoria contínua dos serviços oferecidos ao mercado. “O futuro da análise aeronáutica já faz parte dos nossos processos” é a mensagem que acompanha o lançamento e traduz o posicionamento da empresa diante das transformações tecnológicas e da busca constante por soluções mais eficientes para a tomada de decisão. Com a implementação gradual do novo modelo, os clientes da Flight passarão a receber as análises no novo formato nas próximas entregas. A empresa também destaca que seguirá aberta a feedbacks e contribuições durante essa fase de evolução. Mais do que uma atualização visual, o novo relatório OPEA representa um passo importante na modernização da análise aeronáutica, conectando tecnologia, clareza e eficiência em uma experiência mais estratégica para o mercado....

A recente atualização nas regras do Aeroporto Campo de Marte está gerando um novo cenário para o mercado imobiliário em São Paulo, especialmente para incorporadoras, construtoras e investidores que atuam com empreendimentos verticais. Com a expansão do aeroporto e a adoção de operações por instrumentos (IFR), as exigências relacionadas ao controle do espaço aéreo ficaram mais rigorosas, ampliando significativamente o número de projetos que precisam de aprovação da Aeronáutica. Neste artigo, você vai entender o que mudou, quais são os impactos práticos e como se adaptar a esse novo contexto.

A Flight tem construído, ao longo desses 11 anos, uma trajetória pautada pelo rigor técnico, pela confiabilidade e por relações sólidas com seus parceiros. Nesta semana, recebemos uma confirmação especial de que estamos no caminho certo. A SBA Brasil, uma das maiores referências em infraestrutura de telecomunicações, nos concedeu um reconhecimento importante por meio de sua Avaliação Interna de Desempenho dos Fornecedores referente ao ano de 2024. Nesta análise, a Flight foi destacada pela excelência como prestador de serviço na categoria COMAR, um indicador da qualidade, consistência e segurança dos serviços que entregamos. Uma parceria construída com técnica e confiança Desde 2016, a Flight é responsável pela aprovação das torres de Telecom da SBA. Trata-se de uma aprovação OPEA (Objeto Projetado no Espaço Aéreo) que fazemos junto aos Cindactas de cada região (órgãos que são regidos pelo DECEA) para garantir que o objeto construído (no caso da SBA, torres de telecom) não interfiram na segurança do espaço aéreo brasileiro. Um trabalho que exige precisão, responsabilidade e profundo conhecimento técnico. Esse reconhecimento reforça o que acreditamos: relações duradouras se constroem com entrega consistente, comunicação transparente e um time dedicado a fazer sempre o melhor. Leia também: Quais OPEAs precisam de aprovação? Orgulho do time, gratidão pela parceria Nada disso seria possível sem o empenho da nossa equipe, profissionais que se dedicam diariamente para garantir altos padrões de qualidade em cada projeto. Somos profundamente gratos à SBA por confiar na Flight e reconhecer nosso trabalho através desse troféu. Seguimos firmes, comprometidos em evoluir continuamente e manter o nível de excelência que essa parceria merece. Obrigada, SBA! E parabéns ao time Flight por mais essa conquista!...

A Flight Consultoria e Engenharia Aeronáutica tem o orgulho de anunciar que, pelo quinto ano consecutivo, recebeu o Selo IBRACEM de Empresa Monitorada.  Uma conquista que reflete o nosso compromisso contínuo com a conformidade legal, ética e transparência em todas as nossas operações.  Entenda neste artigo o que o Selo IBRACEM representa e qual a importância de se trabalhar com uma empresa certificada.

 

Construir em Goiânia é, ao mesmo tempo, um grande desafio e uma decisão estratégica para o futuro. Nos últimos anos, além das mudanças trazidas pelo novo Plano Diretor da cidade (aprovado em 2022) e pelas leis complementares, como a que regulamenta a Outorga Onerosa do Direito de Construir (Lei Complementar nº 349/2022), passou a ser obrigatória a autorização do Comando da Aeronáutica (COMAER) para determinados tipos de edificações. Essa exigência tem chamado a aten ção de construtoras e incorporadoras, que precisam se adequar a um cenário mais rigoroso de licenciamento. Mas, ao mesmo tempo, é uma oportunidade de garantir segurança jurídica, previsibilidade e valorização de seus empreendimentos. Construções e segurança aérea: o papel do COMAER O espaço aéreo é parte da infraestrutura nacional, e sua preservação é fundamental para a segurança da aviação. O Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei nº 7.565/1986) prevê que qualquer objeto construído acima do solo pode estar sujeito à análise do COMAER, caso represente riscos de interferência nas rotas aéreas. Você também pode gostar de ler: 5 construções que precisam da aprovação da aeronáutica e você não sabia   Na prática, isso significa que edifícios, torres, antenas, guindastes e até reservatórios elevados podem exigir aprovação do OPEA (Objeto Projetado no Espaço Aéreo) prévia.  O Plano Diretor de Goiânia (PDG/2022) trouxe novas regras sobre adensamento e altura das construções. Antes, era permitido aproveitar até 12 vezes a área do lote.  Agora, os limites foram ajustados de acordo com a metragem do terreno, o que torna os prédios em média 25% a 30% mais baixos.  De forma simplificada, as regras ficam assim:           Áreas de Desaceleração de Densidade (ADD): limite de até 5 vezes a área do terreno.         Áreas de Adensamento Básico (AAB) e AOS: altura máxima de 12 metros, seja para construções ou alterações.    ...