Arquivos Notícias – Flight
 

Notícias

A Flight tem construído, ao longo desses 11 anos, uma trajetória pautada pelo rigor técnico, pela confiabilidade e por relações sólidas com seus parceiros. Nesta semana, recebemos uma confirmação especial de que estamos no caminho certo. A SBA Brasil, uma das maiores referências em infraestrutura de telecomunicações, nos concedeu um reconhecimento importante por meio de sua Avaliação Interna de Desempenho dos Fornecedores referente ao ano de 2024. Nesta análise, a Flight foi destacada pela excelência como prestador de serviço na categoria COMAR, um indicador da qualidade, consistência e segurança dos serviços que entregamos. Uma parceria construída com técnica e confiança Desde 2016, a Flight é responsável pela aprovação das torres de Telecom da SBA. Trata-se de uma aprovação OPEA (Objeto Projetado no Espaço Aéreo) que fazemos junto aos Cindactas de cada região (órgãos que são regidos pelo DECEA) para garantir que o objeto construído (no caso da SBA, torres de telecom) não interfiram na segurança do espaço aéreo brasileiro. Um trabalho que exige precisão, responsabilidade e profundo conhecimento técnico. Esse reconhecimento reforça o que acreditamos: relações duradouras se constroem com entrega consistente, comunicação transparente e um time dedicado a fazer sempre o melhor. Leia também: Quais OPEAs precisam de aprovação? Orgulho do time, gratidão pela parceria Nada disso seria possível sem o empenho da nossa equipe, profissionais que se dedicam diariamente para garantir altos padrões de qualidade em cada projeto. Somos profundamente gratos à SBA por confiar na Flight e reconhecer nosso trabalho através desse troféu. Seguimos firmes, comprometidos em evoluir continuamente e manter o nível de excelência que essa parceria merece. Obrigada, SBA! E parabéns ao time Flight por mais essa conquista!...

A Flight Consultoria e Engenharia Aeronáutica tem o orgulho de anunciar que, pelo quinto ano consecutivo, recebeu o Selo IBRACEM de Empresa Monitorada Uma conquista que reflete o nosso compromisso contínuo com a conformidade legal, ética e transparência em todas as nossas operações.  Entenda neste artigo o que o Selo IBRACEM representa e qual a importância de se trabalhar com uma empresa certificada.

 

Construir em Goiânia é, ao mesmo tempo, um grande desafio e uma decisão estratégica para o futuro. Nos últimos anos, além das mudanças trazidas pelo novo Plano Diretor da cidade (aprovado em 2022) e pelas leis complementares, como a que regulamenta a Outorga Onerosa do Direito de Construir (Lei Complementar nº 349/2022), passou a ser obrigatória a autorização do Comando da Aeronáutica (COMAER) para determinados tipos de edificações. Essa exigência tem chamado a aten ção de construtoras e incorporadoras, que precisam se adequar a um cenário mais rigoroso de licenciamento. Mas, ao mesmo tempo, é uma oportunidade de garantir segurança jurídica, previsibilidade e valorização de seus empreendimentos. Construções e segurança aérea: o papel do COMAER O espaço aéreo é parte da infraestrutura nacional, e sua preservação é fundamental para a segurança da aviação. O Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei nº 7.565/1986) prevê que qualquer objeto construído acima do solo pode estar sujeito à análise do COMAER, caso represente riscos de interferência nas rotas aéreas. Você também pode gostar de ler: 5 construções que precisam da aprovação da aeronáutica e você não sabia   Na prática, isso significa que edifícios, torres, antenas, guindastes e até reservatórios elevados podem exigir aprovação do OPEA (Objeto Projetado no Espaço Aéreo) prévia.  O Plano Diretor de Goiânia (PDG/2022) trouxe novas regras sobre adensamento e altura das construções. Antes, era permitido aproveitar até 12 vezes a área do lote.  Agora, os limites foram ajustados de acordo com a metragem do terreno, o que torna os prédios em média 25% a 30% mais baixos.  De forma simplificada, as regras ficam assim:           Áreas de Desaceleração de Densidade (ADD): limite de até 5 vezes a área do terreno.         Áreas de Adensamento Básico (AAB) e AOS: altura máxima de 12 metros, seja para construções ou alterações.    ...

A Flight ultrapassou a marca de 30 mil processos protocolados junto ao DECEA! Desde 2015, quando foi lançada a plataforma Sysaga, já acumulamos números expressivos — sem contar os processos realizados desde 2014, ano em que iniciamos nossas operações e não estão contabilizados na plataforma do Departamento de Controle do Espaço Aéreo. Cada protocolo representa uma história de confiança, competência e parceria com nossos clientes. Confira os resultados que nos enchem de orgulho: 📑 24.580 Processos de Inexigibilidade📂 5.390 Processos definitivos diversos🚁 100 Aprovações de Helipontos (70 aprovados e 30 em andamento) Nada disso seria possível sem nossos colaboradores, clientes e parceiros.Seguimos juntos para alcançar voos ainda mais altos!  ...

Entre os dias 5 e 7 de agosto de 2025, o Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, recebeu a 20ª edição da LABACE (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition). O evento consolidou-se novamente como o maior encontro da aviação de negócios na América Latina, reunindo mais de 150 expositores, 54 aeronaves em exposição e um público de 14.157 visitantes ao longo dos três dias. Muito além de uma feira de exibição, a LABACE é um espaço estratégico para fomentar negócios, inovação e relacionamento em um setor que vive um dos seus melhores momentos no Brasil.
Nos últimos anos, a presença de helipontos em imóveis deixou de ser um diferencial exclusivo de prédios corporativos e passou a ganhar espaço em condomínios de luxo, hotéis e até residências particulares. Mais do que um símbolo de status, o heliponto pode ser visto como um investimento estratégico para mobilidade, segurança e, claro, valorização patrimonial. Mas será que tudo o que se fala sobre esse assunto é verdade? A seguir, a Flight separou alguns mitos e verdades quando se trata de valorização imobiliária e helipontos.
Você sabia que rodas-gigantes precisam de uma autorização especial por interfirirem no espaço aéreo brasileiro? Elas são consideradas um OPEA — Objeto Projetado no Espaço Aéreo eprecisam de uma aprovação junto ao DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) para garantir que não representem risco para a navegação aérea. Leia também: 5 construções que precisam de OPEA e você não sabia Em julho, mês das férias escolares, decidimos fazer uma homenagem nos perfis da Flight no InstagramLinkedin com uma série especial destacando 4 rodas-gigantes que são atrações turísticas de destaque no Brasil — e que, em comum, tiveram aprovação OPEA realizada pela Flight.

Checklist: Regularização de Heliponto em São Paulo (SP)

Temos compartilhado muitos conteúdos sobre a Regularização de Heliponto em São Paulo. Isso porque a capital paulista é a cidade com maior tráfego aéreo do mundo e desde 2020 tem aumentado a fiscalização nos helipontos da cidade.  De 2024 para cá, essa fiscalização parece ter se intensificado ainda mais e temos recebido muitos contatos de administradoras de edifícios buscando a regularização do seu heliponto de acordo com as normas da  Lei 15.723/13 e, mais especificamente o artigo 17 do Decreto 58.094/18. Hoje compartilhamos um Checklist de Regularização de Heliponto em São Paulo para que você tem ciência de todas as etapas necessárias para regularizar um heliponto, evitando medidas da prefeitura que incluem multas e até impedimento das atividades do heliponto, conforme prevê o Regulamento Brasileiro de Aviação Civil (RBAC) 155. Leia também: Regularização de heliponto em São Paulo - Lei 15.723/13 e Decreto Regulamentador 58.094/18 

Durante a Expo eVTOL e Drone Show 2025, nossos gerentes Enrico Fagnani e Diego Almeida participaram de uma entrevista especial no podcast da Tupan Aircraft— uma empresa brasileira referência no desenvolvimento de drones VTOL de alta performance. A conversa foi conduzida pelo Engenheiro Marco Gabaldo, CEO da Hyperlift Aerospace Defense, que abordou os caminhos e desafios para a operação de aeronaves VTOL no Brasil. Estamos acompanhando de perto essa evolução para atender nossos clientes com a eficiência que é marca da Flight. Confira abaixo o podcast na íntegra! ...

EIV_RIV para helipontos: o que são? Para implantar um heliponto são necessários outros critérios além de espaço físico ou orçamento. E quando se tratam de grandes cidades, como São Paulo, por exemplo, empreendimentos desse tipo exigem uma série de estudos técnicos e ambientais que comprovem sua viabilidade e entre os principais documentos exigidos estão o EIV e o RIV. Se você nunca ouviu falar desses termos, a Flight explica nesse conteúdo como esses estudos técnicos funcionam, sua importância e o que você deve saber para evitar surpresas durante o processo de aprovação de um heliponto na capital paulista.  O que é EIV? EIV significa Estudo de Impacto de Vizinhança e é um instrumento que ajuda o Poder Público a avaliar os efeitos que um empreendimento, que no nosso caso é um heliponto, pode causar ao seu entorno. Esse estudo é uma exigência prevista por lei e obrigatória para empreendimentos que possam alterar significativamente a dinâmica urbana.  Em São Paulo, o licenciamento ambiental de helipontos passa pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente (SVMA), e o EIV é um dos documentos que compõem esse processo. O documento visa identificar, prever e propor formas de gerenciar impactos positivos e negativos nas áreas afetadas. Isso é feito com base em um diagnóstico ambiental detalhado, que considera desde os aspectos mais cotidianos e observáveis como o tráfego e o adensamento populacional, até questões menos perceptíveis como ventilação, iluminação e interferências na paisagem urbana ou no patrimônio cultural. Leia também: Onde posso construir um heliponto?   O que o EIV analisa em helipontos? Quando falamos especificamente de helipontos, o EIV vai além da análise urbana convencional. O estudo considera outros fatores como: O nível de pressão sonora das operações (e o incômodo que isso pode gerar nos moradores vizinhos); A emissão anual estimada de CO₂; Os riscos associados a pousos e decolagens, inclusive acidentes; ...