PLANOS BÁSICOS

O QUE SÃO OS PLANOS BÁSICOS?

Para monitorar as áreas ao redor de helipontos e aeródromos, garantindo que os aviões e helicópteros tenham uma área de manobras livres para conseguir executar pousos e decolagens com segurança, o Comando da Aeronáutica estabeleceu os Planos Básicos na Portaria 957/GC3, de 9 de julho de 2015.

Os Planos Básicos de Zona de Proteção de Helipontos (PBZPH) e de Aeródromos (PBZPA) estabelecem um conjunto de orientações e restrições para construções de helipontos e aeródromos. Também estabelecem orientações e restrições para construção de prédios residenciais e comerciais, torres de alta tensão e torres de telefonia em áreas próximas a helipontos e aeródromos.

Há também o PZPANA (Plano De Zona De Proteção De Auxílios À Navegação Aérea), que protege os auxílios de navegação aérea. Os auxílios funcionam por difusão de ondas de rádio, e qualquer obstáculo situado entre estas ondas e a aeronave, poderá interferir na transmissão e recepção do sinal.

Por se tratarem de áreas invioláveis, não cabe consulta ao COMAR, nem através de processos especiais. Existem várias áreas que protegem um aeroporto restringindo o espaço aéreo quanto a sua utilização, como as superfícies de aproximação, decolagem e transição. Os planos básicos impedem que seja construída uma implantação ou estrutura irradiante que ultrapasse estas áreas no espaço aéreo brasileiro.

Como funciona o processo com a Flight?

Os administradores de aeródromos devem enviar, ao órgão regional do DECEA, os desenhos dos Planos Básicos de Zonas de Proteção de seus respectivos aeródromos, conforme estabelecido pela Portaria 957/GC3, de 9 de julho de 2015. Junto com os desenhos, devem ser enviados também o levantamento e indicação de todos os obstáculos que ultrapassem seus gabaritos.

A Flight realiza a análise da Zona de Proteção de seu aeródromo ou heliponto, identificando possíveis interferências. Buscamos soluções para os problemas existentes antes do envio do Plano Básico, a fim de evitar que alguma restrição seja imposta pelo órgão regulador da aeronáutica ao aeródromo ou heliponto.

Após o envio, a Flight realiza também o acompanhamento do processo durante toda sua tramitação nos órgãos do Comando da Aeronáutica (CINDACTAS I, II, III e IV, SRPV-SP e ICA).

Exemplo de avião próximo à Torre de Telecomunicações
Fotografia de avião voando próximo a uma torre de transmissão.

ATENDIMENTO CONFORME SUA NECESSIDADE

Ícone de torre de telecomunicação

OPEA (PRÉDIOS RESIDENCIAIS E COMERCIAIS, TORRES DE TELEFONIA, ALTA TENSÃO)

Analisamos os Planos Básicos do local onde está prevista a construção de seu OPEA a fim de obter anuência para implantação de prédios comerciais e residenciais, dentro da zona de proteção de aeroportos e helipontos de forma a atender o prescrito na Portaria 957/GC3 de 2015 do Comando da Aeronáutica.

Ícone de helicóptero

HELIPONTOS E AERÓDROMOS

Elaboramos PBZPH (Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos) e PBZPA (Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos) para envio ao órgão regional do DECEA. Realizamos o acompanhamento do processo durante toda sua tramitação nos órgãos até sua aprovação junto ao Comando da Aeronáutica.

Estamos a sua disposição para conversar sobre seu projeto, tirar suas dúvidas, explicar com mais detalhes os nossos serviços e enviar um orçamento sob medida que atenda as suas necessidades. Clique aqui e entre em contato com a Flight!